NET RÁDIO CULTURA RETOMA SUAS ATIVIDADES COM A PROGRAMAÇÃO DO NATAL 2017

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27.9.12

IMPLANTAÇÃO OFICIAL DAS CÃMARAS DE VEREADORES AINDA NA ÉPOCA EM QUE PERTENCÍAMOS A PORTUGAL

  PORTUGAL IMPLANTOU A VEREANÇA NA COLÔNIA BRASILEIRA

A forma de governo do Brasil, veio da colônia Portuguesa, onde tudo era feito sem observar as regas da boa moral e da boa conduta, as orgias sexuais promovidas pelos reis de Portugal,motivaram a falta de ética e moral da politica portuguesa implantada na então na nova colonia o Brasil, descoberta por Pedro Alvares Cabra.

Na tomada das terra e início da colonização, a criação do governo municipal no Brasil e como quase tudo de então, o modelo foi trazido de Portugal. A estrutura de governo era composta da “Vereação da Câmara”, do juiz ordinário e dos almotaçés, que arrecadavam e aplicavam as rendas públicas e cuidavam da tranqüilidade e do bem estar do povo.

Os códigos de leis no Portugal quinhentista eram chamados de “Ordenações”. Foram quatro: "Ordenações Afonsinas", "Ordenações Manuelinas", "Código Sebastiânico" e "Ordenações Filipinas", cada uma delas conhecida pelo nome do monarca que as baixara. As de d. Filipe, rei de Espanha e Portugal, tornadas públicas em 1595, foram as de maior duração, pois muitos de seus preceitos vigoraram no Brasil até a entrada em vigor do velho Código Civil, em 1917. E estas diziam que “aos Vereadores pertence ter encargo de todo o Regimento da terra e das obras do Concelho, e de tudo que puderem saber, e entender, porque a terra e os moradores dela possam bem viver, e nisto hão de trabalhar. E se souberem que se fazem na terra malfeitorias, ou que não é guardada pela Justiça, como deve, requererão aos Juizes que olhem por isso. E se o fazer não quiserem, façam-no saber ao Corregedor da Comarca, ou a Nós; e todos os vereadores irão à Vereança à quarta-feira e ao sábado, e não se escusarão sem justa causa; e o que não for pagará por cada dia cem réis para as obras do Concelho” .

Naqueles tempos –e por muitos séculos – o vereador teve a função executiva de verear, isto é, de percorrer (fiscalizar) as veredas (ruas, avenidas, bairros, a cidade, enfim), verificando as necessidades da população. Para pleitear a função na vereança, vestia-se de branco, como a demonstrar que eram puros, cândidos. Daí a palavra candidato, aquele que se veste de branco. Na Roma, o vereador era chamado de edil (aedil) e sua função inicial era a de tomar conta dos templos e edifícios públicos. Depois, coube-lhe garantir não só o funcionamento desses edifícios, mas, também, dos serviços públicos ou de interesse comum, como ruas e o tráfego, o abastecimento de água, a limpeza urbana etc. Suas determinações para o cumprimento pelo povo de deveres ou obrigações eram chamadas de posturas. Os reis ordenavam (Ordenações) e os prefeitos dispunham sobre os deveres de ordem pública (Posturas).

Câmara era o nome que se dava à abóbada, cobertura côncava dos prédios e templos. Veio do grego kamára. As vereações eram realizadas em salas com esse tipo de cobertura.
Também a palavra prefeito tem origem latina: praeféctus, “ O perfeito,o limpo ,o governador, administrador, chefe”. Antigamente, a autoridade que chefiava as fortificações levantadas ao redor da cidade, esta chamada de municipium. O praeféctus = prefeito era escolhido entre os melhores varões da urbe. Essa escolha era chamada de electione.

A PALAVRA DEPUTADO SIGNIFICA PUTA LIMPEZA BRANCURA, TRANSPARÊNCIA

A palavra DEPUTADO(A),vem da palavra latin PUTA,quer dizr, LIMPEZA,TRANSPARÊNCIA 
Puta é uma palavra que quer dizer, LIMPEZA,BRANCURA,TRANSPARÊNCIA.

PUTA vem do substantivo PUTARE,verbo putatun,putun,pútus,putativus, que que dizer, limpeza,brancura,transparência. Na grecia antiga os candidatos chamados de candidus,se vestiam de branco para sairem as ruas e pedir o voto ao povo, para mostrar a transparencia de seus atos,a limpeza de suas atitudes.

São José e Santo Antonio, são considerados os pais PUTATIVOS do menino jesus,Somente São José e Santo Antonio carregam no colo o menino Jesus, pois estes santos  eram limpos na alma e nas atitudes.
O Deputado  é escolhido também  pelo o povo  e para este próprio povo  formando leis  fiscalizando os poderes executivos enfim  ser um  representante  do povo  nas  esferas  legislativas   que  lhes fora  dada  também por confiança do povo em suas  escolhas.  O Deputado  seja  estadual ou federal  ele tem um papel muito importante  na sociedade organizada  hoje.

A PALAVRA PREFEITO SIGNIFICA

A palavra prefeito, vem do grego Latim prefetus quer dizer = AQUELE QUE ATINGI A PERFEIÇAO,O PERFEITO, o que tem atitudes limpas e perfeitas.  QUE  NÃO FEITO ATOA  E SIM FOI  PREPARADO  PARA  PRE  SER  FEITO  ATRAVÉS  DE  UMA CONCIÊNCIA  COLETIVA  COM  MAIORIA  PARA  EXERCER UMA FUNÇÃO  DE  CONFIANÇA  ESCOLHIDA POR TODOS ESPERANDO  QUE   O  PRE  PREFEITO  FEITO A VONTADE DO POVO CORRESPONDA JUSTAMENTE  O  ANSEIO DE TODOS  OS SEUS  ESCOLHIDOS....

EM RESUMO VEREADOR O SIGNIFICADO DA PALAVRA É O SEGUINTE

A palavra vereador tambem vem do latin e quer dizer = AQUELE QUE OLHA, CUIDA DAS RUAS,o verbo VEREAR,,VEREDAS = RUAS, Veredus, vem do latim e quer dizer, VER AS RUAS, VER A DOR, por isso o vereador tem que ver ,olhar as ruas onde moram o povo, e cuidar do povo, ver as dores do povo.

SIGINIFICADO DA PALAVRA VEREADOR


Significado da palavra vereador

Por Madiel Conserva

A palavra "Vereador" vem do verbo latim verear,que significa "zelar pelo sossego e bem-estar dos municipes" "sentinela ou guardiao da comunidade"tambem significa "membro da Câmara Municipal que legisla" e a palavra LEGISLAR? É eleborar, estudar, discutir e votar projetos de lei para o Municipio. O Vereador tem que ouvir pessoas e entidades envolvidas no assunto, para que possa apresentar emendas e projetos e votar com consciência. O Vereador deve ter uma postura correta, sem desvios, no atuar do seu mandato, atenção aos eleitores, nos pleitos coletivos e individuais, dedicação ao trabalho legislativo, apresentar propostas e projetos de lei e requerimentos em beneficio da comunidade. Fiscalizar os atos do Prefeito,julgar o Prefeito e Vereadores em determinadas infrações. Ser um verdadeiro por voz da sua cidade junto as autoridades competentes, não serem omissos.

AS PRIMEIRAS CÃMARAS DE VEREADORES NO BRASIL VEJAM NO GRANDE JORNAL DO ESTADO EM SUA PRIMEIRA EDIÇÃO


História das Câmaras Municipais no Brasil

Três décadas depois da descoberta do Brasil pelos portugueses, a ocupação territorial começou a basear-se no assentamento de colonos e na implantação de atividades econômicas duradouras e não apenas extrativistas, como ocorria de início com o pau-brasil. O Brasil se transformava no principal pólo colonial dos interesses portugueses, porque os lucros com o comércio das Índias haviam desaparecido.
As riquezas obtidas no Oriente foram consumidas com o luxo da Corte, a construção de edifícios e presentes dados aos amigos da realeza. O reinado de D. Manuel, o Venturoso, chegava ao fim e começavam a faltar recursos para manter guarnições militares e construir navios. Com isso, o Reino viu-se obrigado a recorrer a enormes empréstimos de banqueiros internacionais.
Era preciso garantir a posse daquilo que se mostrava mais promisso para o Reino: para tornar eficiente a nova política colonial, era preciso atrair colonos com promessas de riquezas. O rei D. João III decidiu-se pela implantação de um sistema de colonização que se revelou eficiente nos pequenos arquipélagos da Madeira e dos Açores: a divisão do território em grandes lotes, doados a fidalgos portugueses. Assim, a Coroa garantia a posse de sua nova colônia e transferia as despesas com a colonização para particulares. A Coroa doou 15 extensas faixas de terra a 12 donatários portugueses - do litoral do Oceano Atlântico aos limites estabelecidos pelo Tratado de Tordesilhas. A fim de atraí-los e incentivá-los, todos os donatários teriam direito de administrar e explorar sua capitania e transmiti-la como herança ao filho mais velho.
O donatário tinha como obrigação colonizar a capitania, fundando vilas. Via-se obrigado a policiar suas terras, proteger os colonos contra os ataques dos índios e estrangeiros, e deveria fazer cumprir o monopólio real do pau-brasil e do comércio colonial. Se fossem encontrados metais preciosos, um quinto do valor era pago ? Coroa. Apesar de todos esses poderes econômicos e administrativos, os donatários tornavam-se possuidores, mas não proprietários das capitanias: não podiam dividi-las nem vendê-las. Tinham, no entanto, o direito de doar sesmarias (vastas propriedades) a colonos, escravizar índios para trabalho agrícola, montar engenhos, cobrar impostos e exercer a justiça no perímetro de seus domínios. Apenas duas Capitanias Hereditárias vingaram em território brasileiro: São Vicente e Pernambuco. Martim Afonso de Souza fez prosperar a Capitania de São Vicente, no litoral paulista.
Em 1553, o português João Ramalho recebeu documento do governo real que lhe garantia a posse das terras que hoje constituem, grosso modo, as cidades do Grande ABC. Ramalho chamou a localidade de Santo André da Borda do Campo. Em 1560, a população da Vila de Santo André foi transferida para São Paulo de Piratininga, fundada seis anos antes pelos jesuítas Manoel da Nóbrega, Manuel de Paiva e José de Anchieta e a Câmara Municipal de São Paulo iniciava suas atividades. É interessante notar que, desde o início, a atividade dos vereadores no Brasil-Colônia estava voltada para a segurança das casas, a limpeza no comércio, construção de muros para os cemitérios, etc.
Naquela época, as Câmaras Municipais tinham a função de legislar, fiscalizar as cidades e vilas e aplicar a justiça. Entre os séculos 16 e 18, os presidentes das Câmaras Municipais eram, também, juízes ordinários em suas comunidades e as Casas do Conselho podiam funcionar como prisões. A proclamação da independência do Brasil, em 1822, mudou este panorama.
Em setembro de 1828, o governo imperial criava o Supremo Tribunal de Justiça, que revogava as funções judiciais e carcerárias das Câmaras Municipais. Assim, eram criados as Milícias Provincianas, Casas de Correição, etc. Em outubro do mesmo ano, a Lei do Império do Brasil estipulava que as Câmaras Municipais das cidades teriam nove vereadores e as vilas, sete.A criação da Assembléia Nacional e das Asembléias Provinciais colocou os vereadores de então sob a tutela dos Legislativos maiores.
A República, proclamada em 1889, alteraria novamente o raio de ação das Câmaras Municipais, porque no final do século 19 surgiria a figura dos prefeitos que dividiriam com os vereadores a administração das cidades. Em novembro de 1930, o governo revolucionário chefiado por Getúlio Vargas - responsável pela derrubada do presidente Washington Luiz e pelo fim da chamada República Velha - dissolvia as Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas e o Congresso Nacional.
O governo de Vargas promulgaria, em 1935, a Lei Orgânica dos Municípios que disciplinava e limitava a ação das Câmaras Municipais. Após oito anos de regime ditatorial intitulado Estado Novo - instaurado em 1937 -, o Brasil voltaria a ter um regime democrático com a Constituição de 1946.

A PRIMEIRA CÃMARA MUNICIPAL FUNDADA NO BRASIL

 
O QUE REPRESENTA A FUNDAÇÃO DE SÃO VICENTE?
Representa o dia 22 de janeiro de 1532, quando Martim Afonso de Souza, que tinha poderes quase reais atribuídos por D. João III, presidiu a primeira eleição popular e instalou a primeira Câmara Municipal das Américas, que é a Câmara Municipal de São Vicente!

Senhores, que representa, então, este núcleo onde se realizou a primeira eleição popular na América? Se olharmos para o passado com a visão do presente e esperança no futuro, vemos que aí está a primeira célula de liberdade.

O que é Município? – É uma república municipal. Quando Júlio César conquistou a Grécia, 147 anos a.C., ficou ele encantado com o funcionamento da República Ateniense, que era uma república municipal.

A Grécia era formada por uma federação de repúblicas municipais das quais Atenas era o modelo. Atenas presidida por Péricles.

Então, Júlio César, voltando a Roma, deu à República Romana uma amplitude nacional, para empregarmos expressão moderna, fazendo com que a república municipal tivesse amplitude maior. Todos sabemos como fracassou a idéia de Júlio César.

E Augusto, ao ser Imperador, compreendeu o valor da república municipal. Então, o Império é o laço que une as repúblicas munícipes, os municípios romanos. Com a queda do Império Romano, no século V, não desapareceu a instituição municipal, porque em todas as províncias do Império Romano existem esses municípios, essas células de liberdade municipal, do Danúbio ao Atlântico, até às vertentes do Mar Mediterrâneo, do Mare Nostrum dos Romanos.

Então, vamos encontrar esta república municipal na Itália, na Dácia, hoje Romênia; nas Gálías, hoje França; na Ibéria, hoje Portugal e Espanha, para ficarmos apenas na civilização latina. Quando se verificou a queda do Império Romano, no Século V, não quer dizer que essa instituição municipal tivesse desaparecido. Continuou em estado e latência, vamos dizer assim.

No século IX, quando essas províncias do Império Romano estio completamente desagregadas, elas procuram – e – vou usar da expressão que todo mundo gosta de empregar modernamente — a sua autodeterminação. São províncias do Império Romano, porque não existe ainda a palavra Europa para designar o continente que hoje têm esse nome. Então, aquelas províncias procuravam um meio de se transformar em Nações. Então, no século IX, na Lusitânia, ressurge o “municipium” com o nome de “concilium”.

Senhores, a Europa falou durante milênios a língua latina. É preciso que se saiba que, do século I ao século XII, aquilo a que hoje chamamos Europa – e que não existia com essa denominação – falou apenas a língua latina, porque essa era a língua falada em todas as províncias romanas.

E é interessante que neste momento eu vos recorde que romanos eram Jesus, Pedro o Paulo. Romano foi Santo Agostinho que acabei de citar, nascido no Norte da África.

De forma que, dentro do Império Romano, estas províncias começaram o trabalho que hoje chamamos de autodeterminação. Na Lusitânia surgem os concílios – reunião de moradores, de vizinhos, eleitos pelo povo para cuidar – dos interesses municipais. Quando Afonso Henriques cria a monarquia portuguesa, no século XII, em 1140, foi esta mesma monarquia o laço que uniu estas repúblicas municipais. Trata-se de instituição puramente romana.

E de 1500 a 1532 nós vemos como os reis de Portugal olham atentamente pelo desenvolvimento daquele que ainda é a Província de Santa Cruz. Dentro desta orgânica política que se chama monarquia, a Província de Santa Cruz é uma província da monarquia portuguesa.

Em 1519 — prestem bem atenção, senhores — em 1519, 19 anos depois da viagem de Pedro Álvares Cabral, publicou-se em Lisboa um mapa assinado pelo cartógrafo Lopo Homem, e nesse mapa já figurara todo o litoral brasileiro, da Foz do Rio Amazonas ao estuário do Prata.

E ao longo desta costa de quase 9 mil quilômetros já estão inscritos 150 nomes de acidentes geográficos, rios, cabos, ilhas, golfos, penínsulas. Martim Afonso partiu de Lisboa, em dezembro de 1530, auxiliado para uma permanência de 2 anos no litoral brasileiro. De tal modo que sua esquadra, pelo roteiro traçado pelo seu irmão Pero Lopes do Sousa, que fez o Diário de Navegação, podemos acompanhar a sua viagem de Lisboa até o estuário do Rio da Prata e de regresso com a sua chegada a São Vicente, quando, no dia 22 de janeiro de 1532, Martim Afonso de Sousa preside, na povoação de São Vicente, a primeira eleição – popular realizada nas Américas – eu disse, senhores, nas Américas, quero dizer, América do Norte, América Inglesa, América Espanhola e América Portuguesa – e instalou a primeira Câmara Municipal das Américas.

Quando digo, senhores, que a São Vicente cabe a honra de ser o berço da Democracia Americana, digo-o consciente daquilo que estou falando, porque é o berço da Democracia em toda a América, doado o Pólo Norte ao Pólo Sul.

A América do Norte, senhores, de 1620 até 1778 pertenceu à Nova Inglaterra, à América Inglesa, com um conjunto de colônias. Esses colonos ingleses não conheceram sequer um sistema de eleição até a data de sua independência.

Na América Espanhola, que abrange desde as fronteiras do México até o Estreito de Magalhães, havia um processo parecido com as Câmaras Municipais luso-brasileiras – era o cabido. Mas os elementos desse cabido não eram eleitos pelo povo, eram designados por aqueles que terminavam o seu mandato. Portanto, o povo não estava presente, não tomava parte, ignorava completamente como era administrada a sua célula municipal.

No Brasil, porém, desde 22 de janeiro de 1532, o povo tomou parte ativa nas eleições do Conselho, hoje Câmara Municipal. É, pois, O povo que comparece e vota, porque há um código eleitoral. E esse código eleitoral é vigente no Reino de Portugal, nos Estados do Brasil, em Angola, em Moçambique, na Índia Portuguesa e em Macau porque há um conjunto de leis que se chama Ordenações do Reino e que eram a Constituição da Monarquia Portuguesa. Hoje temos a Constituição da República como já tivemos a Constituição do Império.

De forma que nas Ordenações do Reino estavam capituladas todas as leis referentes ao Código eleitoral: como eram eleitos os Vereadores, como funcionavam as Câmaras, o tempo de duração de cada legislatura.

Senhores não houve eleições nas Américas inglesa e espanhola até a data da independência desses povos. No Brasil, ao contrário, temos uma tradição de democracia desde 1532! E, para maior acentuar este fato: todos conhecem a Revolução Francesa de 1789. Depois do 14 de julho, em França, os convencionais exigiram do Rei Luiz XVI eleições, porque na França não se faziam eleições. E Luiz XVI mandou percorrer os arquivos franceses para saber como tinha sido feita a última eleição, em 1630! Depois de 1630 não houve mais eleições na França até o tempo mencionado. E havia eleições em Portugal e Brasil! De forma que, Senhores, a São Vicente cabe não apenas o dístico que está em seu brasão de armas como o leão rompante de Martim Afonso – Cellula Mater. Cabe-lhe por direito, cabe-lhe historicamente o título de CELLULA MATER DA DEMOCRACIA AMERICANA.

Esta Câmara Municipal, que se acha tão bem representada por um Presidente: moço, nesta data em que se comemora o 432.o ano de sua fundação, sendo, como realmente é, a primeira Câmara Municipal americana, deve, precisa colocar debaixo da inscrição latina – Cellula Mater – a expressão: DA DEMOCRACIA AMERICANA – democracia americana que não é brasileira, que não é espanhola, que não é portuguesa, que não é inglesa,que não é estadunidense. É uma democracia romana. Porque nós viemos de Roma. Nós somos filhos de Roma. Provimos de lá através do que chamamos Direito Romano. Não precisava que o Império Romano desse ao mundo outra coisa para ficar eterno senão o Direito Romano.

É o Direito Romano que encontramos nas Ordenações do Reino até 1822. É o Direito Romano que encontramos na primeira Constituição do Império.

Coisa interessante noventa e cinco anos depois de 1822, a legislação civil portuguesa vigorava no Brasil e vigorou até 1916, porque o nosso Código Civil, de 1917, termina com estas palavras: “ficam revogadas as Ordenações do Reino”. Quer dizer que noventa e cinco anos depois da Independência do Brasil é que vamos ter um Código Civil Brasileiro. Mas que é esse Código Civil Brasileiro senão as Ordenações do Reino? E que são as Ordenações do Reino senão o Direito Romano? Isto tudo, Senhores, é para que vejamos a força do Direito no seio da civilização.

SANTO ANTONIO FOI VEREADOR NO PERNANBUCO BRASIL NA ÉPOCA BRASIL COLONIA DE PORTUGAL


SANTO ANTÓNIO “É” VEREADOR NO BRASIL

Aguarela Brasileira (*)

A TV Globo noticiou no seu programa dominical “Fantástico”, que tem enorme audiência, em 13-04-2008, que Santo António de Lisboa era vereador municipal de Iguarassú (Estado de Pernambuco) e que, conforme os outros edis, recebia $3.800,00 mensais.

Dado que ele já está no céu há cerca de 800 anos, o dinheiro tem sido entregue pontualmente a uma Associação Franciscana local – e a TV filmou até a freira que ia ao erário municipal buscar o subsídio e depositá-lo na conta bancária associativa. Até aí nada demais, mas um apresentador da “Globo” comentou “o caso”, observando que o popular santo lisboeta continuava a rezar certamente pelos habitantes de Iguarassú, orientando as autoridades no sentido do progresso material e da probidade dos homens públicos – obrigação que nem sempre é cumprida pelos vereadores, deputados, etc.

Já com certa ironia, o comentarista da televisão formulou votos para que o nobre vereador continuasse a sua boa missão e que poderia ser até mesmo eleito deputado federal - o seu vencimento seria de R$80.000, pois não receberia os subsídios complementares, que representam, no mínimo, mais R$20.000, sob o pretexto de que o parlamentar tem de pagar transportes, correio, telefones, etc, etc, etc.

Ora, no Paraíso, o Padroeiro de Lisboa não gasta nenhum dos suplementos atribuídos aos eleitos para os Municípios, Estados, República Federal, ministros e outros que tais, pois ele trata directamente de todos os assuntos, até agora limitados a Iguarassú , mas que seriam alargados legalmente por todo o País, considerando que o nosso Santo António não fala em excesso, nem jamais se envolveu nos actos condenáveis dos corruptos, ladrões e malandros useiros e vezeiros de toda a espécie. Como homem foi sempre correcto enquanto esteve na terra, e ainda hoje vai operando milagres para quem os merece e até protege os namorados!

O programa “Fantástico” não revelou a origem da generosa devoção antoniana, mas supomos que ela vem do pedido feito pelos iguarassuenses ao Rei de Portugal, D. José I, que nos termos da Carta Régia de 23-XI-1754 (haveremos de republicá-la na íntegra, pois vale a pena) proclamou: “sou servido permittir-vos, por rezolução de oito do corrente tomada em consulta do meo conselho ultramarino, que havendo sobejos nos bens desse conselho deis esmolla de vinte e sette mil réis annualmente aos Religiosos do dito Santo, com o titulo de Protector dessa Camara” (...)

Uma fotocópia da Carta Régia de D. José I foi transcrita no livro Santo António de Lisboa militar no Brasil, de José Carlos de Macedo Soares ( Livraria José Olympio-Editora, Rio de Janeiro, 1942). Autor de mais de mais de três dezenas de livros sobre História, Direito, Política, etc, ainda conhecemos o Dr. Macedo Soares, que visitámos um dia para lhe solicitarmos informações sobre Santo António. E o precioso volume (com muitas outras histórias antonianas e dezenas de ilustrações) foi-nos oferecido pelo livreiro luso—paulista Luís de Oliveira Dias (“e que Santo António o proteja”). Aliás, o livro foi encontro milagroso: depois da Missa, celebrada na Capela de Santo António (São Paulo), assinalando o 8º centenário do santo português, fui à livraria do amigo Luís, que não estava: entrando na Sala Camões, vi o livro do Dr. Macedo Soares: guardei-o na expectativa de adquiri-lo, mas o Luís resolveu oferecer-mo, pois sabia do meu interesse pelo grande santo e taumaturgo.

Tenho lido referências ao “militar” que Santo António não foi, mas quero assinalar que ele foi protector de numerosos regimentos não só no Brasil mas também, em Portugal (onde um general cujo nome agora não me ocorre defendeu a promoção de Coronel ao posto de General do Exército Português). É evidente que para os muitos milhões de devotos a Santo António, Ele merece muito mais!

(*) Com este título, publiquei durante anos crônicas no diário “O Primeiro de Janeiro” e em outros jornais portugueses e brasileiros, sob o pseudônimo de “J.A.”, porque a censura fascista cortava quase todos os artigos publicados com o meu nome. Com esta crônica, pretendo recomeçar esta “Aguarela Brasileira” sempre que puder.

ESPECIAL DE ANTONIO DE LITA FILHO DO ZE DO NORTE VIDEOS


IMAGENS DE ZE DO NORTE CAJAZEIRAS PB


CHICO DO RADIO O SECRETARIO DO POVO


CHARGES COM CRÍTICAS CONSTRUTIVAS DESTE PAISÃO CHAMADO BRASIL



NOTA  DE  SOLIDARIEDADE   O  JORNALISTA  FRANCISCO DIASSIS GOMES  CHICO DO RADIO  SEGUNDO  CONSELHEIRO FISCAL DA ACI  ASSOCIAÇÃO CAJAZEIRENSE DE IMPRENSA  
REGISTRA  A POSIÇÃO  DA RADIO OESTE AM  DE CAJAZEIRAS TER  PUNIDO OS COMPANHEIROS  MILITANTES  REUDIN E CONRADO  POR MAIS  DE  15 DIAS  POR MOTIVOS  DA CAMPANHA ELEITORAL ANO 2012.

SEGUNDA NOTA  O PRESIDENTE DA FETAG  FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES  DA AGRICULTURA   NA PARAÍBA  EM PARCERIA COM O SEU RILDO SOARES SUSPENDEU O PROGRAMA A VOZ DO AGRICULTOR DA RADIO OESTE AM POR TEMPO  INDETERMINADO SOB A  ALEGAÇÃO DE QUE  O TESOUREIRO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE CAJAZEIRAS  ESTAVA  ELOGIANDO  AS OPOSIÇÕES  O QUE  CARACTERIZAVA  PARA ELES QUE TOMARAM A MEDIDA  APOLOGIA  A CANDIDATOS E POR ISSO O PROGRAMA  FOI PUNIDO  SAINDO DO AR..

NOTA  DE REPUDIO  ALGUNS DIRETORES DE PROGRAMAÇÃO DE RÁDIOS AM E FM DE CAJAZEIRAS  E EM ESPECIAL AOS SENHORES PROPRIETÁRIOS  DE EMISSORAS  DE RADIO QUE  NOS EXPEDIENTES  DE SEUS SERVIÇOS DE RADIO JORNALISMO  ESTÃO  DEIXANDO ALGUNS  COMUNICADORES  CORTAREM  HUMILHARES  OS PRÓPRIOS OUVINTES QUE LIGAM NOS ESPAÇOS INTERATIVOS ISTO É  COM  A PARTICIPAÇÃO DO OUVINTE DANDO  SUAS  OPINIÕES  SUGESTÕES   PROCURANDO AJUDAR E ALGUNS LOCUTORES DESPREPARADOS  QUANDO O ASSUNTO NÃO LHES AGRADA NO TOM DOS  SEUS COMENTÁRIOS MUITOS DESTE AS VEZES FAZEM COMENTÁRIOS  BENEFICIANDO UM POLITICO A OU B  E  SE UM OUVINTE LIGAR DISCORDANDO  AI ELE  É HUMILHADO NO AR  PRIMEIRO CORTA AS LIGAÇÕES  E SEGUNDO  AINDA CHAMA  O POBRE OUVINTE DE SEM VERGONHA NO AR  E FAZ  UM RELATO  HUMILHANDO  QUEM  LIGAR DESTA FORMA  AGORA  O OUVINTE  E APLAUDIDO  E  ATE TOCAM PARABÉNS OU OUTRAS VINHETAS  DE  BABADA  SE CASO OUVINTE CONCORDAR  NO QUE COMENTA  ESTE POBRE  COMUNICADOR  INFELIZMENTE ISTO ACONTECE EM CAJAZEIRAS PB ... POR ISSO FICA NOSSA  NOTA  DE   REPUDIO  ASSINA  
 FRANCISCO DIASSIS GOMES   CHICO DO RADIO  MEMBRO  DA  ACI  DE CAJAZEIRAS PB  ASSOCIAÇÃO CAJAZEIRENSE DE IMPRENSA   REGISTRE  SE  PUBLIQUE  ARQUIVE  SE  EM   27  DE  SETEMBRO  DE  2O12



VISITE EM CONCEIÇÃO PA A FARMÁCIA NOVA VIDA


TV PADRE ROLIM CAJAZEIRAS PB


ao GOOGLE BRASIL NOSSOS PARABÉNS PELOS OS SEUS 14 ANOS FELIZ ANIVERSARIO ..... SOU GOOGLE DE CORAÇÃO.


15.9.12

ESTAÇÕES DO ANO 2012


ESTAÇÕES DO ANO
Outono

20/Mar
02h14
Inverno

20/Jun
20h09
Primavera

22/Set
11h49
Verão

21/Dez
*08h11

NET RADIO CULTURA FM CAJAZEIRAS PB